terça-feira, 7 de abril de 2009

ENTRE IRMÃS


  • Título da obra:ENTRE IRMÃS
  • Autora:Maria Tresa Maia Gonzalez
  • Editora:Difel
  • Motivos que me levaram a ler este livro:
    Falaram-me do livro. Como gostei do assunto decidi comprá-lo e lê-lo.
  • Assunto da história:
    Esta narrativa acontece entre duas irmãs que ;á partida não se conhecem e que só mais tarde uma delas fica a conhecer a existência da outra e deseja conhecê-la. A sua irmã desconhecida, por seu lado, não mostra qualquer interesse em que isso aconteça.

RESUMO

Era uma vez duas irmãs. Uma chamava-se Silvana e a outra tinha o nome de Patrícia.
Deixem que vos apresente a Silvana. Era uma menina muito inteligente para a sua idade, gostava de um rapaz de nome Mateus que era, também seu primo, vivia só coma sua mãe (Maria), frequentava o nono ano de escolaridade e tinha quinze anos.
Aos treze a sua mãe contara-lhe que ela tinha uma “meia-irmã”, um ano mais velha do que ela.
A sua meia-irmã também não vivia com o pai pois este tinha agora uma terceira família. Na casa onde habitava, viviam também a sua mãe Anabela e a sua avó Lola.
Ela não era como a Silvana pois não se importava com a escola.
Ambas recebiam pelo Natal um cheque do pai.
A Silvana vivia ansiosa por um dia poder vir a conhecer a sua irmã.
Então um dia, com a ajuda do Mateus e da Joana, conseguiu arranjar coragem para mandar uma carta ao seu pai pedindo-lhe a morada da sua irmã.
Demorou muito até que a Silvana recebesse uma resposta a esse seu pedido. Na carta que o pai lhe escrevera ela leu com muita atenção o pedido que o pai lhe fizera: era necessário ter muita paciência com a Patrícia.
Só no dia em que a Silvana recebeu essa carta é que a sua mãe ficou a saber do desejo da sua filha e não se mostrou muito entusiasmada com a hipótese de a sua filha vir a conhecer a sua meia-irmã. Por essa razão é que a Silvana demorou um pouco a convencer a sua mãe. Mas como era teimosa e persistente lá conseguiu.
A maior surpresa de todas foi ficar a saber que a Patrícia vivia no seu bairro.
Então, com a morada na mão, decidiu escrever mais uma carta. Desta vez o destinatário era sua irmã. Na carta dizia-lhe que gostaria de a conhecer pessoalmente.
A Patrícia quando recebeu a carta ficou muito impressionada com a coragem da irmã pois achava que era preciso muita audácia para lhe escrever e fazer um pedido daqueles.
Em resposta a Patrícia disse-lhe que não podia encontrar-se com ela mas, ainda assim, mandou-lhe o seu número de telemóvel.
Quando a carta chegou às suas mãos, a Silvana leu-a e releu-a e, por fim, decidiu telefonar à sua irmã. Dessa vez a Patrícia não recusou o convite para se encontrarem. Combinaram que o ponto de encontro seria a paragem do autocarro junto da igreja.
Quando chegou o dia combinado, a Silvana foi ter à paragem, esperou durante três horas mas ninguém apareceu.
Mas, teimosa como era e como estava decidida a conhecer a sua irmã, procurou a ajuda dos amigos e foi ter à morada indicada na carta. Tocou à campainha e a Patrícia abriu. A Silvana ficou muito contente por a conhecer. A Patrícia levou-a para o seu quarto e falaram um pouco e decididamente gostaram uma da outra.
Mais tarde a sua mãe Patrícia encontrou-as a falarem e perguntou-lhe se ela tinha uma nova amiga e a filha respondeu-lhe que não era uma amiga qualquer mas sim a sua irmã. Naquele dia a Patrícia tinha decidido levar uns presentinhos para as suas novas amigas: uma consola para a irmã e uma caixa de chocolates para a mãe.
A Anabela achou-a uma simpatia e como não quis parecer rude e mal-educada, deixou-as falar.
A partir desse dia as duas famílias tornaram-se grandes amigas e a Silvana e a Patrícia viveram felizes e inseparáveis para sempre.

Leitura e texto da responsabilidade da aluna Maria Z.

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