sexta-feira, 5 de junho de 2009

O VALOR DE ACREDITAR EM SI PRÓPRIO

  • Obra: O VALOR DE ACREDITAR EM SI PRÓPRIO-A história de Louis Pasteur
  • Autor:Spencer Johnson,M.D.
  • Ilustrador :Pileggi
  • Colecção:Contos de valor
  • Editora:Resomnia Editores

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O MENINO DOS OLHOS AZUIS DE ÁGUA




  • Obra: O MENINO DOS OLHOS AZUIS DE ÁGUA
  • Autor: Octaviano Correia
  • Editora: 7 dias 6 noites
  • Ano e mês de edição: Maio 2007


Motivos que levaram a ler este livro:
Porque era um livro que fala sobre o que pode acontecer a qualquer pessoa.

Personagens da história:
As personagens são: o menino e a mãe do menino.

Assunto da história:
A história “o menino dos olhos azuis de água” fala sobre um menino que os seus olhos eram tão claros que as pessoas diziam que com o tempo os olhos iam ficar mais escuros e até podiam ficar castanhos ou pretos, mas com o passar do tempo os olhos não iam ficando mais escuros até pelo contrário iam ficando mais claros até que um dia ele estava a passear no parque e viu um pássaro com sangue na asa o menino pegou no pássaro e olhou nos olhos do pássaro e logo o pássaro curou-se.



Lido e resumido por Ana Isabel (6ºB)

O RAPAZ DE BRONZE



  • Obra: O RAPAZ DE BRONZE
  • Autor:Sophia de Mello Breyner Andresen
  • Ilustrador:Júlio Resende
  • Editora:Edições Salamandra

Resumo

A história começa com a descrição de um jardim onde existem muitas flores com aspectos bem diferentes. Lá encontravam-se tílias, bétulas, magnólias, rosas, avencas, fetos, rosas, avencas, fetos, urzes…Enfim, era um jardim muito rico e muito variado. No meio de todas aquelas flores havia uma muito especial que tinha opinião sobre todas as suas companheiras: o Gladíolo. Havia flores que ele achava bonitas, mas chatas e havia outras que em seu entender cheiravam bem mas eram muito tímidas. Todas as outras também tinham os seus problemas, achava o Gladíolo.
Nesse jardim havia estufas e parques. Havia também um lago e, no meio desse lago, em cima de uma grande e linda pedra, havia um rapaz de bronze. Durante a noite aquele rapazinho transformava-se no rei do jardim.
A casa onde viviam as flores e o Rapaz de Bronze era habitada por pessoas ricas que todos os meses faziam uma grande festa.
Certo dia (um dia de festa) o Gladíolo subiu a um grande carvalho que estava em frente à janela da sala e reparou que lá dentro se encontravam pessoas muito bem vestidas que dançavam animadamente. Foi então que o gladíolo decidiu fazer uma festa igual à das pessoas. Para organizar esse evento decidiu que iria convidar as flores do jardim. Tão entusiasmado estava com essa sua ideia que rapidamente a contou às outras flores e ao Rapaz de Bronze.
De inicio o Rapaz de Bronze não achou que aquela fosse uma ideia muito brilhante mas acabou por concordar com a realização daquela festa.
Havia um pormenor que o Gladíolo tinha admirado quando estava em cima do carvalho: nas jarras havia flores e como nas festas as pessoas punham flores para enfeitar o espaço, também o nosso mestre-de-cerimónias tinha que encontrar a figura indicada para embelezar o festim e concluiu que só poderia ser uma pessoa a desempenhar esse papel.
Depois de pensar seriamente nesse pormenor achou que a pessoa indicada seria a Florinda - uma menina linda que parecia uma flor.
Chegado ao dia da festa e depois de ter feito todos os convites, Florinda saiu do seu quarto e foi ter ao jardim. Já todos os convidados tinham chegado e ela tomou o seu lugar: uma enorme jarra em cima da pedra onde o Rapaz de Bronze ficava durante o dia.
Nessa noite todos cantaram e dançaram.
No dia seguinte a Florinda foi para a escola e contou às suas amigas o que se passara na noite anterior, mas elas não acreditaram. Florinda não se importou porque sabia que aquilo que dissera era verdadeiro e o que os outros diziam não iria estragar a felicidade que sentia e também não faria esquecer o divertimento que tivera naquela que, achou ela, tinha sido a melhor festa do mundo.
Lido e resumido por Aléxia(6ºD)