domingo, 26 de abril de 2009

UM HOMEM COM UM GARFO NUMA TERRA DE SOPAS.

  • Título da obra: UM HOMEM COM UM GARFO NUMA TERRA DE SOPAS.
  • Autor: Jordi Sierra i Fabra.
  • Editora: AMBAR.
  • Ano da edição: Janeiro de 2007

Assunto:
Este livro trata da aventura de Isaac o irmão mais novo de um famoso fotógrafo que suicida-se misteriosamente. Quando Isaac é informado da morte do irmão faz de tudo para conhecer as razões dela.
A personagem de que mais gostei foi a Laia, a namorada de Isaac porque o ajudou a recuperar forças para descobrir porque é que seu irmão se suicidou.

A personagem de que menos gostei foi o Sargento Álvaro Benamide porque foi demasiado claro a dar a notícia a Isaac e nem sequer lhe deu uma palavrinha que o fizesse sentir melhor após receber a trágica notícia da morte do irmão.

O lugar descrito que mais me impressionou foi…
A Selva Lacandona.

O momento da acção que gostaria ter vivido foi…
Quando Isaac viu os aborígenes e impediu que fossem presos, só porque estavam a defender o seu território.

Desagradou-me o desfecho da história porque apesar dele ter conseguido compreender as razões de morte do irmão perdeu os melhores amigos que alguma vez teve a oportunidade de conhecer uma vez que eles só quiseram ajudar um estrangeiro com uma história triste.

Aconselho este livro aos meus amigos porque fala da vida difícil dos aborígenes do México e do que é capaz uma pessoa fazer pela família e pelos amigos.

Aqui ficam registadas as frases que achei mais bonitas:
«­Já sei o que sente um homem com um garfo numa terra de sopas.» e «Sorriu inundado por qualquer coisa muito especial chamada esperança.»

Lido por Nery Loreana (6ºB)

domingo, 12 de abril de 2009

O OURIÇO-CACHEIRO ESPREITOU TRÊS VEZES


  • Obra: O OURIÇO-CACHEIRO ESPREITOU TRÊS VEZES
  • Autora: Maria Alberta Menéres
  • Ilustrador: António Modesto
  • Editora: Asa

“ (…) a verdade é que entre o sonho e a realidade só existe o espaço que nós quisermos descobrir.”

RESUMO

Este livro é composto por três histórias em que a personagem principal é um Ouriço-cacheiro muito especial. Vou resumir cada uma delas como se se tratasse de uma espreitadela (como faz a autora)

1ª ESPREITADELA (“…ou de como há muitas pessoas a verem as mesmas coisas sempre ao mesmo tempo, e outras não”)

Nesta primeira história, que acontece ao entardecer, no mês de Maio, o nosso ouriço apresenta-se. De início a narradora (que tem nove anos e já teve a felicidade de conhecer muitas terras, mas que gosta mesmo é de viver no campo, na Fonte dos Marmeleiros) não sabe que se trata de um animal. Parecia-lhe mais uma sombra que saía do meio dos tojos e se dirigia para os seus sapatos.
Quando finalmente o animal choca com os seus sapatos apresenta-se e logo ali a menina tem a noção de que aquele é um bicho muito especial pois pica que se farta. O Ouriço-cacheiro bem a avisou que era da sua natureza, ou como ele gostava de dizer: “É próprio!”
Depois de feitas as apresentações o nosso animal passou a descrever como era que os animais como ele se desenvolviam e que tinha saído ao entardecer para se alimentar.
A Menina ainda lhe perguntou o que comia mas o nosso ouriço era um cómico e apenas lhe respondia que comia o que “era próprio”. Ora essa resposta não chegava para que se soubesse um pouco mais sobre este animal. Então a nossa Maria foi perguntar à mãe.
A mãe, porque já era tarde não a deixou voltar à horta mas sempre lhe foi contando que um ouriço é um mamífero, que habita em diferentes continente que se alimenta sobretudo de insectos, caracóis, vermes, ratos do campo…enfim uma lista grande de manjares.
No dia seguinte a menina, ansiosa, foi novamente à procura do seu novo amigo, mas nada. Só ao fim do dia é que ele reapareceu. E vinha sentido pois pensou que ela lhe tinha pregado uma partida.
Foi então que conversaram sobre os seus hábitos alimentares e a menina o tentou convencer que em vez de comer animais devia apenas comer bagas silvestres e outros vegetais. Então fez-lhe o favor de dar couves e alfaces que o seu pai tinha plantado (o que o fez zangar-se muitíssimo).
Seis dias se passaram em que o bicharoco fez esta dieta de vegetais. Infelizmente estava a ficar demasiado fraco e estava a tornar-se um alvo fácil para os outros predadores. Certo dia houve, até um passaroco que quase o apanhava não fosse a menina ter atirado umas pedras.
Depois disto é claro que repensou no que dissera sobre a sua alimentação e disse-lhe que poderia comer tudo o que lhe apetecesse. O ouriço não estranhou a mudança até porque pensava que se ela era uma menina da cidade deveria saber muitas coisas.
Foi então que ela lhe disse que tomara uma decisão: iria escrever umas histórias sobre ele. É claro que o nosso ouriço era vaidoso e aceitou.Com uma condição: o retrato dele deveria aparecer.


Para continuares a ler o resumo clica aqui.

Lido e resumido por Diana de J.C. Azevedo (6ºD)

Para conheceres um pouco melhor a autora desta obra clica na fotografia.
Na página a que acederás encontrarás actividades que te serão úteis para o estudo da obra ULISSES.Explora-a!


Sobre ouriços-cacheiro também poderás consultar esta página clicando no livrinho que aqui aparece.Nela existe uma ligação a uma outra história com o nosso herói como personagem principal.Boas leituras!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O VALOR DO HUMOR-A HISTÓRIA DE WILL ROGERS


  • Obra:O VALOR DO HUMOR
  • Autor:Spencer James
  • Ilustrador:Steve Pilegg
  • Editora:Resomnia
  • Personagens :Will,Don Walker,mãe do Will ,Professor do Will,,Larry Ett e Betty Blake
  • Asssunto da história:Saber rir de si próprio é a melhor forma de humor.



"Pois fica sabendo uma coisa :quando não te apetece rir,é que deves rir mais(...).Qualquer pessoa deve rir se se está a divertir ,mas se as coisas não correm bem é mesmo nessa altura que precisamos de ter maior senso de humor"



Resumo:


Will vivia na quinta dos seus pais em Oklahoma. Como a maior parte das crianças ele adorava brincar em vez de estudar. Um dia Dan Walker ensinou-o a lançar o laço e, daí em diante, Will não fazia outra coisa senão treinar os seus dotes no lançamento da corda.
Tudo corria normalmente, até que um dia Will teve de ir à escola como todas as crianças. Quando lá chegou procurou, de imediato qualquer coisa para pôr em prática a sua habilidade. Decidiu então laçar a estátua do Director e Larry Ett (uma corda falante fruto da imaginação de Will), disse-lhe que a estátua não estava presa mas Will não ligou e deitou-a ao chão.
De seguida,foi para trás da escola para laçar e sem querer prendeu o seu próprio professor.
Quando Will chegou a casa, o pai mandou-o para um colégio militar mas Will não aguentou muito e fugiu para trabalhar com vaqueiro. No entanto acabou por regressar a casa.
Mais uma vez farta-se e decide partir para um rodeo onde se tona o melhor apanhador de gado conhecido naquela época.
Por ser tão famoso vai para a Austrália onde salva o público de um touro enraivecido.Foi então que ficou mundialmente famoso e pediu ao dono de um teatro para participar com os seus truques com a corda.
Certo dia, o Presidente veio ao seu espectáculo e adorou o seu sentido de humor. De repente, começou a conhecer gente rica e influente e ficou milionário.
Ele e a sua família viveram felizes para sempre.


Lido e resumido por Hélder Tomé(6ºD)

SEXTA-FEIRA OU A VIDA SELVAGEM


  • Obra:SEXTA-FEIRA OU A VIDA SELVAGEM
  • Autor:Michel Tournier
  • Ilustrado:José Maria Nolasco
  • Tradutor:Emílo Campos Lima
  • Editora:Presença

RESUMO


Ao fim da tarde de 29 de Setembro de 1759,Robinson partiu para a América do Sul mas pelo caminho encontrou uma violenta tempestade. Com tamanho reboliço o nosso herói só se lembrava de num momento estar aos trambolhões no navio e, logo de seguida ,encontrar-se deitado com o rosto enterrado na areia.
Descobriu finalmente que tinha ido dar a uma ilha que aparentava estar deserta. Aí encontrou uma floresta muito densa e que era muito difícil de transpor. Pelo caminho Robinson viu um bode e quando se estava a aproximar dele atirou a sua bengala e apanhou um tronco grosso e com ele bateu no animal. O bicho caiu “redondo” no chão.
Seguindo a sua exploração da ilha acabou por descobrir um ananás selvagem, cortou-o com o seu canivete e comeu-o. Cansado de andar deslizou para debaixo de uma pedra e adormeceu.


...

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Lido e resumido por Tatiana I.B.Ascenção(6ºB)

Para saberes mais sobre o autor clica na fotografia

A ÁRVORE

  • Obra: A ÁRVORE
  • Autora: Sophia de Mello Breyner Andresen
  • Editora: Figueirinhas

"Era uma vez - em tempos muito antigos, no arquipélago do Japão - uma árvore enorme que crescia numa ilha muito pequenina."

Resumo

Há muito, muito tempo, no arquipélago do Japão, uma árvore muito grande vivia plantada numa ilha muito pequena. Os habitantes adoravam aquela árvore porque lhes dava uma frescura enorme.
Com o passar do tempo, a árvore foi crescendo mais e mais. Ora isso era um problema pois as casas começaram a ficar demasiado húmidas e os Invernos tornaram-se cada vez mais frios. Saber se cortavam ou não a árvore, originou uma enorme discussão entre os habitantes da ilha. Mas, por mais que discutissem, ninguém arranjava uma solução para aquela árvore enorme.
Depois de muito falarem, chegaram à conclusão de que tinham que cortar a árvore. Houve muitos choros e lamentações, mas era a única solução possível para aquele enorme problema.
Para os habitantes da ilha nunca se esquecerem daquela inesquecível árvore a que se tinham afeiçoado tanto, construíram, com a sua madeira um barco. Havia, contudo uma condição: tinha que ser suficientemente grande para que nele coubessem todos os habitantes da ilha. Esse barco também iria ser usado para que os seus habitantes se deslocassem a outras ilhas para fazer negócios.
Nas noites de lua cheia todos se metiam no barco e antes de irem para as suas camas iam admirar a lua.
No local onde antes vivera a grande árvore, plantaram muitas cerejeiras. Todos os anos quando as cerejeiras floriam, organizavam uma grande festa para celebrarem esse fenómeno. Nessa festa costumava aparecer um macaco vestido com um casaco azul para que todos apreciassem as suas habilidades e todos cantavam e dançavam debaixo dessas árvores floridas.
Acontece que, um dia, depois de ter passado muito tempo, a madeira do barco começou a apodrecer. É óbvio que aquele barco já não era seguro para que se pudessem fazer negócios de ilha em ilha. Também já não era possível fazer os passeios ao luar para apreciar o satélite natural da Terra lá bem no alto.
No entanto, houve um habitante que teve uma ideia brilhante. Deveriam pegar nos seus pequenos barcos e navegarem de ilha em ilha à procura de madeira para construir um novo barco. Como o grande mastro ainda estava bem conservado, usaram-no para fazer um instrumento japonês – a biwa, uma espécie de guitarra que seria tocada por um músico experiente.
Esse músico inventava poemas e acompanhava-os com a biwa.
Todos compreenderam que a memória da árvore nunca se iria perder porque os poemas da árvore iam-se transmitindo de geração em geração.

Obra lida e resumida por Aléxia(6ºD)


Para saber mais sobre a autora desta obra clica na imagem

quinta-feira, 9 de abril de 2009

UMA AVENTURA NA SELVA NEGRA


  • Nome da obra: Uma aventura na selva negra
  • Autor: Geronimo Stilton
  • Editora: Presença
  • Ano: Janeiro de 2006

Motivos que levaram a ler este livro:Porque tinha uma capa interessante e porque fala de uma aventura na selva negra


Personagens da história:
As personagens são: Geronimo Stilton; Doutor Ratenstein; Tea (Irmã de Stilton); Esparrela (primo de Stilton); Benjamin (sobrinho de Stilton); Arsénia Arsénic
a; Balaclava Calatrava; Bumbo Bamboleão; Crepe Susete e Naftalina Canforada.

Assunto da história:
Esta história fala do Geronimo Stilton, que tem medo do escuro, de aranhas, de gatos, de vertigens, de andar de elevador, de andar de avião, de serpentes e medo de sair de casa. A irmã de Stilton para passar o medo de isso tudo resolve levá-lo a selva negra para não ter medo de nada, mas o que continuou a ter medo foi de gatos aliás ele era um rato.

Lido e resumido por Ana Isabel(6ºB)

AZEVINHO A FADAZINHA DO NATAL

  • Nome da obra: AZEVINHO E A FADAZINHA DE NATAL
  • Autor: Daisy Meadows
  • Editora: Verbo
  • Ano: Setembro de 2008

Motivos que levaram a ler este livro?
Porque era um livro de aventuras. E a capa era interessante.

Enumera as personagens da história:
As personagens são: A Azevinho, a Raquel, a Cristina, o Génio do Gelo e a Rainha das Fadas.

Assunto da história:
A Azevinho, a fadazinha do Natal, andava muito atarefada a tornar o Natal festivo e luminoso. Ora, o Génio do Gelo decidiu roubar o trenó do Pai Natal para estragar a festa a todos. A Rainha das Fadas pediu á Raquel e a Cristina para ajudarem a Azevinho a recuperá-lo.
Lido e resumido por Ana Isabel (6ºB)

AGENTO SECRETO ZERO ZERO KAPA


  • Autor: Geronimo Stilton
  • Editora: Presença
  • Ano e mês da edição: Novembro de 2008

Motivos que levaram a ler este livro?
Porque é um livro que fala das aventuras de Geronimo Stilton.

Enumera as personagens da história:
As personagens são: Geronimo Stilton; Zero Zero Kapa (colega da primária); Zero Zero Vi (irmã do Zero Zero Kapa) e Sally Rasmaussen (má da finta).

Assunto da história:
Esperava um bom dia de trabalho no escritório de Geronimo Stilton, mas enquanto se dirigia para o Diário de Roedores, ele reparou num senhor, ou melhor, num roedor de óculos escuros que lhe seguiu. Ficou o dia todo em frente do escritório dele. E a noite quando saiu do jornal aquele roedor de óculos escuros seguiram o Geronimo Stilton ate a casa dele, quem, seria aquele homem ou melhor aquele roedor de óculos escuros.

Lido e resumido por Ana Isabel(6ºB)

terça-feira, 7 de abril de 2009

ENTRE IRMÃS


  • Título da obra:ENTRE IRMÃS
  • Autora:Maria Tresa Maia Gonzalez
  • Editora:Difel
  • Motivos que me levaram a ler este livro:
    Falaram-me do livro. Como gostei do assunto decidi comprá-lo e lê-lo.
  • Assunto da história:
    Esta narrativa acontece entre duas irmãs que ;á partida não se conhecem e que só mais tarde uma delas fica a conhecer a existência da outra e deseja conhecê-la. A sua irmã desconhecida, por seu lado, não mostra qualquer interesse em que isso aconteça.

RESUMO

Era uma vez duas irmãs. Uma chamava-se Silvana e a outra tinha o nome de Patrícia.
Deixem que vos apresente a Silvana. Era uma menina muito inteligente para a sua idade, gostava de um rapaz de nome Mateus que era, também seu primo, vivia só coma sua mãe (Maria), frequentava o nono ano de escolaridade e tinha quinze anos.
Aos treze a sua mãe contara-lhe que ela tinha uma “meia-irmã”, um ano mais velha do que ela.
A sua meia-irmã também não vivia com o pai pois este tinha agora uma terceira família. Na casa onde habitava, viviam também a sua mãe Anabela e a sua avó Lola.
Ela não era como a Silvana pois não se importava com a escola.
Ambas recebiam pelo Natal um cheque do pai.
A Silvana vivia ansiosa por um dia poder vir a conhecer a sua irmã.
Então um dia, com a ajuda do Mateus e da Joana, conseguiu arranjar coragem para mandar uma carta ao seu pai pedindo-lhe a morada da sua irmã.
Demorou muito até que a Silvana recebesse uma resposta a esse seu pedido. Na carta que o pai lhe escrevera ela leu com muita atenção o pedido que o pai lhe fizera: era necessário ter muita paciência com a Patrícia.
Só no dia em que a Silvana recebeu essa carta é que a sua mãe ficou a saber do desejo da sua filha e não se mostrou muito entusiasmada com a hipótese de a sua filha vir a conhecer a sua meia-irmã. Por essa razão é que a Silvana demorou um pouco a convencer a sua mãe. Mas como era teimosa e persistente lá conseguiu.
A maior surpresa de todas foi ficar a saber que a Patrícia vivia no seu bairro.
Então, com a morada na mão, decidiu escrever mais uma carta. Desta vez o destinatário era sua irmã. Na carta dizia-lhe que gostaria de a conhecer pessoalmente.
A Patrícia quando recebeu a carta ficou muito impressionada com a coragem da irmã pois achava que era preciso muita audácia para lhe escrever e fazer um pedido daqueles.
Em resposta a Patrícia disse-lhe que não podia encontrar-se com ela mas, ainda assim, mandou-lhe o seu número de telemóvel.
Quando a carta chegou às suas mãos, a Silvana leu-a e releu-a e, por fim, decidiu telefonar à sua irmã. Dessa vez a Patrícia não recusou o convite para se encontrarem. Combinaram que o ponto de encontro seria a paragem do autocarro junto da igreja.
Quando chegou o dia combinado, a Silvana foi ter à paragem, esperou durante três horas mas ninguém apareceu.
Mas, teimosa como era e como estava decidida a conhecer a sua irmã, procurou a ajuda dos amigos e foi ter à morada indicada na carta. Tocou à campainha e a Patrícia abriu. A Silvana ficou muito contente por a conhecer. A Patrícia levou-a para o seu quarto e falaram um pouco e decididamente gostaram uma da outra.
Mais tarde a sua mãe Patrícia encontrou-as a falarem e perguntou-lhe se ela tinha uma nova amiga e a filha respondeu-lhe que não era uma amiga qualquer mas sim a sua irmã. Naquele dia a Patrícia tinha decidido levar uns presentinhos para as suas novas amigas: uma consola para a irmã e uma caixa de chocolates para a mãe.
A Anabela achou-a uma simpatia e como não quis parecer rude e mal-educada, deixou-as falar.
A partir desse dia as duas famílias tornaram-se grandes amigas e a Silvana e a Patrícia viveram felizes e inseparáveis para sempre.

Leitura e texto da responsabilidade da aluna Maria Z.